O racismo e o papel do Estado

Foi na África do Sul, em 2001 que o Brasil participou

e se engajou pela primeira vez como Estado atuante nas lutas contra o racismo.

Instalou-se ,em 2005,o PROUNI

Foi na Conferência Internacional contra o Racismo, Xenofobia e Intolerância, realizada em Durban, no programa em que o Estado se propos a intervir nas universidades, dando obrigatoriamente uma quota para negros,pardos e indígenas.

No Brasil,um país de muita desigualdade social,temos que nivelar a população através de duas medidas:-

proteger social e financeiramente as classes de baixa renda através de politicas de compensação, e estabelecer formas de real crescimento vertical entre as diferentes cadeias do nível social,financeiro e cultural

( NO, J. BERNARDIinoão afirmativa e a rediscussão do mito da democracia racial no Brasil. Estudos Afro- -Asiáticos, v. 24, n. 2, p. 247-273, 2002. [ Links ]


Neste aspecto ,podemos verificar que as politicas publicas no que se refere á Educação são as mais importantes.Dadas as diferenças individuais ocorridas na infância,pobreza e condições de renda,somente através da ajuda estatal,via educação poderemos suplantar e igualar essas diferenças durante o período escolar e até o estudo universitario


Esta é a JUSTIÇA SOCIAL(RAWLS, J. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

O Rio de Janeiro estabeleceu a reserva de 50% das vagas a estudantes de escolas públicas do município ou do estado, com a implantação da primeira política afirmativa racial voltada à população negra no ensino superior,

O Rio de Janeiro passou a instituir, nas universidades públicas estaduais, a reserva de no mínimo 45% das vagas para ingresso nos cursos de graduação para estudantes carentes, sendo 20% para estudantes oriundos da rede pública de ensino do estado, 20% para negros, e 5% para pessoas com deficiência e integrantes de minorias étnicas

Campos, Feres Júnior e Daflon (2013) afirmam que

CAMPOS, L. A.; FERES JÚNIOR, J.; DAFLON, V. T. Administrando o debate público: O Globo e a controvérsia em torno das cotas raciais. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 11, p. 7-31, maio/ago. 2013. [ Links ]

CAMPOS, L. A.; FERES JÚNIOR, J.; DAFLON, V. T. O desempenho dos cotistas no ENEM: comparando as notas de corte do SISU. Textos para discussão GEMAA (IESPUERJ), n. 4, p. 1-23, 2014. [ Links

a relevância política da imprensa aumenta sensivelmente durante controvérsias públicas porque a ocorrência de uma controvérsia tende a desestabilizar explicações correntes de problemas antigos.

RAÇA VERSUS CLASSE: UMA FALSA DICOTOMIA


A questão versava sobre o fato de estaríamos nós defendendo o mais pobre ou negro?

A verdade é que os mais pobres eram também negros em sua grande maioria

As relações raciais no Brasil são discriminatórias e a negação do racismo apenas perpetua as injustiças sociais em relação aos negros no Brasil.

ALVES, M. A.; GALEÃO-SILVA, L. G. A crítica da gestão da diversidade nas organizações. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 44, n. 3, p. 20-29, 2004.

ALBERTI, V.; PEREIRA, A. A. As Articulações entre movimento negro e Estado: estratégias e experiências contemporâneas. In

GUIMARÃES, A. S. A. Racismo e antirracismo no Brasil. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, n. 43, p. 26-44, nov. 1995


Da negação do racismo

Para se negar a existência do racismo há três teses reativas/reacionárias –


a tese da perversidade,

a tese da futilidade e

a tese do risco –


. Para Hirschman (1989) HIRSCHMAN, A. O. Duzentos anos de retórica reacionária: o caso do efeito perverso. Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, n. 23, p. 102-119, mar. 1989

,” a tese da perversidade ou tese do efeito perverso, a mais básica e certamente a mais elementar, está estreitamente relacionada com a origem semântica do termo reação. Tal tese assevera que a ação produzirá, por meio de uma série de consequências impremeditadas, o contrário exato do objetivo que se persegue. Ainda segundo o autor, a tese da futilidade afirma, ao contrário, que a tentativa de mudança é abortiva, que, de um jeito ou de outro, toda mudança é ou foi, em longa medida, aparência, fachada e, portanto, ilusória, uma vez que as estruturas “profundas” da sociedade se mantêm totalmente intocadas. Todas essas afirmações vigorosas ridicularizam ou negam esforços para mudança, sublinhando ao mesmo tempo e talvez celebrando a resistência do status quo. Ainda de acordo com o autor, a tese do risco sustenta que mover-se numa certa direção, embora seja factível e mesmo desejável se visto isoladamente, carrega consigo custos inaceitáveis de uma ou outra espécie"

Para Moehlecke (2004),

MOEHLECKE, S. Ação afirmativa no ensino superior: entre a excelência e a justiça racial. Educação e Sociedade, Campinas, v. 25, n. 88, p. 757-776, out. 2004


“ as políticas de ação afirmativa tensionam não apenas os marcos da tradição liberal universalista e sua noção de igualdade e mérito, mas também a noção brasileira de povo mestiço convivendo sob uma harmonia racial.”

Os autores apontam para uma predominância da percepção de que as desigualdades de classe são mais relevantes do que as desigualdades raciais .

Os dois tipos de cotas tinham a mesma meta: diminuir a desigualdade social. Portanto o foco deveria ser socioeconômico.

De acordo com Castro e Abramovay (2006),

CASTRO, M. G.; ABRAMOVAY, M. Relações raciais na escola: reprodução de desigualdades em nome da igualdade. Brasília: Unesco, Inep: Observatório de Violências nas Escolas, 2006


“ o fator mais comumente evocado para a explicação da desigualdade racial na educação brasileira é a condição socioeconômica dos alunos. Contudo, mesmo em situações de igualdade socioeconômica, os alunos negros atingem uma proficiência média inferior àquela obtida pelos alunos brancos, já que aqueles são fortemente atingidos pela existência recorrente de preconceito e discriminação raciais no ambiente escolar brasileiro dos candidatos. “


CONCLUSAO

Obviamente,o sistema de quotas resolve ou influencia muito a questão de racismo no país

. O Brasil precisa romper a visão formalista para poder reduzir as desigualdades e combater verdadeiramente o racismo no país.

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Palavras-Chave: ENSINO SUPERIOR; AÇÕES AFIRMATIVAS; DESIGUALDADES RACIAIS; IMPRENSA

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